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Sessões & Palestrantes

Abordagem da bexiga neurogénica na Lesão Medular em Centros de Reabilitação

Neste painel teremos 4 médicos especialistas Fisiatras que pertencem cada um aos 4 centros de reabilitação existentes em Portugal. Cada um falará um pouco sobre os diversos estádios que o doente lesado medular passa nos centros de reabilitação, focando-se na bexiga neurogénica. Assim irão falar por esta ordem e com o seguinte tema:

  • Dr.ª Maria Ribeiro Cunha - Chegada do Doente LM e internamento

  • Dr.º Paulo Margalho - Alta e Follow-up do LM

  • Dr.ª Maria da Paz Carvalho - Complicação na Bexiga Neurogénica

  • Dr.ª Arminda Lopes - Abordagens alternativas nas ITUs e farmacologia

 

Dr.ª Maria Ribeiro Cunha

Dr.ª Maria Ribeiro Cunha
Especialista em Medicina Física e Reabilitação
Coordenadora da Unidade de Reabilitação de Lesões Medulares - Centro de Reabilitação do Norte
Diretora do Serviço de Gestão da Qualidade, Risco e Humanização - CHVNGE
Doutoranda - Universidade de Aveiro

CR Norte

Coloplast Continence WebCongress - Dr. Paulo Margalho

Dr. Paulo Margalho
Médico Fisiatra
Assistente Hospitalar Graduado Sénior do CMRRC-Rovisco Pais
Diretor do Serviço de Lesões Medulares
Responsável da consulta de reabilitação uroginecológica/urodinâmica

 

CMR - Rovisco Pais

Dr.ª Maria da Paz

Dr.ª Maria da Paz Carvalho
Assistente Hospitalar Sénior de MFR, no CMR Alcoitão onde fez a sua formação.
Coordenadora da Unidade de Estudos Urodinâmicos desde 2005. A área da Disfunção vesico-esfincteriana necrogénea área de especial interesse na sua pratica clínica.

 

CMR Alcoitão

Dr.ª Arminda Lopes

Dr.ª Arminda Lopes
Assistente Graduada de MFR. Fez especialidade no CMR Alcoitão. Trabalhou no CMRRC – Rovisco Pais e desde há 11 anos no CMR Sul, dedicada preferencialmente à reabilitação lesados medulares, também outras patologias neurológicas. Responsável pelo lab. de urodinâmica e pela gestão das bombas de baclofeno.
Fez parte da Ability Network – equipa internacional de especialistas para estudo e seguimento de espasticidade na lesão medular.

 

CMR Sul

Supporting better adherence to IC

A adesão à Cateterização Intermitente continua a ser um desafio tanto para os utentes que têm dificuldades em se adequar à nova realidade, como para os profissionais de saúde que têm dificuldades em os motivar e manter aderentes ao tratamento da cateterização intermitente.

Iremos apresentar de forma breve o modelo HAPA (Health Action Process Approach): um modelo baseado na psicologia que tem como função ajudar a mudar comportamentos em saúde. Neste modelo vamos aprender a identificar barreiras e promotores que ajudem na adesão à Cateterização Intermitente.

No fim teremos os comentários do Enfª Vasco Josefino, que nos irá dar a sua perspetiva prática sobre como motiva os seus pacientes no centro de reabilitação.

Iben Plate

Iben Plate M.Sc., PhD
Director, Evidence and Adoption
Coloplast

Claus Bøgebjerg

Claus Bøgebjerg, RN
Senior Education Manager
Coloplast

O nosso departamento consiste em 16 colegas focados em tornar a vida mais fácil aos nossos utentes.
Esforçamo-nos para que haja tratamentos e produtos que resolvam as verdadeiras necessidades dos utentes.
Por essa razão, nós estamos extremamente dependentes nas colaborações frutíferas com médicos e enfermeiros em todo o mundo.

Juntos, fazemos a diferença.

Enf.º Vasco Josefino

Enf.º Vasco Josefino
Enf.º Chefe CMR Alcoitão
CMR Alcoitão

Enfermeiro especialista em Enfermagem de Reabilitação desde 2009. Em funções no CMRA desde de 2004 no serviço LVM. Atualmente a desempenhar funções de coordenador do Serviço de Reabilitação de Adultos.

Integração dos doentes de EB adultos

A cateterização intermitente no contexto da consulta pediátrica de utentes portadores de espinha bífida: como se fazer a transição para uma consulta adulta?

Dr.ª Maria de Fátima Alves

Dr.ª Maria de Fátima Alves
Médica especialista Cirurgia Pediátrica

Assistente hospitalar graduada de cirurgia pediátrica, responsável pela unidade de urologia pediátrica do Hospital de Dona Estefânia e responsável pela consulta de Incontinência Neurogénica do Núcleo de Spina Bifida do Hospital de Dona Estefânia.

Hospital Dona Estefânia

Dr.ª Aline Vaz da Silva

Dr.ª Aline Vaz da Silva
Assistente Hospitalar de Cirurgia Pediátrica no Hospital Dona Estefânia, Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central, desde 2015. Elemento da Unidade de Urologia Pediátrica desde 2016, com especial interesse em disfunção vesical e estudos urodinâmicos.

Hospital Dona Estefânia

Dr.ª Eulália Calado

Dr.ª Eulália Calado
Consultora Sénior de Neuropediatria, Diretora do Serviço de Neuropediatria do Hospital D. Estefânia (2004-2017).
Fundadora do Núcleo de Spina Bífida do HDE em 2005 e sua coordenadora até 2017. Mantém clínica privada nos Hospitais Cuf Descobertas e Cuf Torres Vedras e Centro de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian em Lisboa.

Hospital Dona Estefânia

Liliana Sintra

Liliana Sintra
Diretora técnica no Centro de Vida Independente

Licenciada em Psicologia Social e das Organizações pelo ISCTE. Trabalhou em direção de Recursos Humanos mais de uma década, dedicando os últimos anos ao trabalho em ONGPD, primeiro como gestora de projetos na ASBIHP - Associação de Spina Bífida e Hidrocefalia de Portugal, onde foi co-fundadora do Gabinete de Apoio Psicossocial e recentemente como Diretora Técnica no Centro de Vida Independente, a única associação do país inteiramente gerida por pessoas com deficiência.

Apresentação Coloplast – Importância lubrificação na CI

Um dos fatores mais importantes na escolha do cateter pelo utente, com a ajuda do profissional de saúde, é a lubrificação do cateter.
Uma má lubrificação pode levar a traumas uretrais, ITU, diminuição de adesão ao tratamento, entre outras consequências.

Nesta apresentação, vamos mostrar qual o melhor tipo de lubrificação disponível para os utentes e também mostrar outras realidades ao nível da Europa.

Ricardo Maio
Marketing Manager
Coloplast

Farmacêutico de formação, com mais de 10 anos de experiência em marketing na indústria farmacêutica.
Desde o início da fundação da subsidiária Coloplast em Portugal, em 2018, ajudou a implementar o departamento de marketing da empresa.

Workshop Mitos e Verdades

Conhece tudo sobre a Cateterização Intermitente e a Bexiga Neurogénica?
Venha descobrir connosco se alguns dos mitos que à vezes se fala são mesmo verdade ou venha descobrir outras curiosidades que o podem surpreender de uma forma que não imaginava que fosse possível.

Está curioso? Venha assistir!

Márcia Unas
Territory Manager Norte
Coloplast

Licenciada em Psicologia Clínica, trabalha na indústria farmacêutica desde 2002.
Integrou a Coloplast Portugal em 2019.

Claudio Montalvão
Territory Manager Sul
Coloplast

Graduado em Farmácia Industrial em 2007 e atua na indústria de Medical Devices desde 2009.
Iniciou a carreira na Coloplast Brasil em 2013 e integra a Coloplast Portugal desde de Janeiro 2019.

Treino de Cateterização Intermitente

O treino da Cateterização intermitente é um dos momentos mais importantes na vida do paciente que irá começar a fazer este tratamento. Muitas vezes um ensino mal feito pode significar que este doente não será aderente ao tratamento e poderá vir a ter problemas referentes ao sistema urinário.

Nesta apresentação teremos duas enfermeiras muito experientes no treino de CI, e vão nos apresentar duas perspetivas diferentes,: treino em ambulatório e ambiente hospitalar.

Enf.ª Catarina Soares

Enf.ª Catarina Soares
CMR Sul

Enfermeira desde 2011, licenciada pela Escola Superior de Enfermagem do Porto, a exercer funções no CMR Sul desde essa data. Em 2018 concluí o Mestrado em Enfermagem, área de especialização Enfermagem de Reabilitação

Enf.ª Teodora Bustorff

Enf.ª Teodora Bustorff
Hospital Egas Moniz

Responsável pela consulta externa de Urologia do Hospital do Egas Moniz desde 2000, responsável pelo ensino de Cateterização Intermitente desde 2000, Enfermeira Responsável pela Reabilitação de Incontinência Urinária desde 2000.

Reabilitação do Pavimento Pélvico

Venha conhecer nesta apresentação as especificidades que existem referentes à reabilitação do pavimento pélvico através da visão de uma médica especialista na área de reabilitação de pavimento pélvico.

Dr.ª Manuela Mira Coelho

Dr.ª Manuela Mira Coelho
Hospital de Braga

Médica especialista de Medicina Fisica e Reabilitação com diferenciação na área de Reabilitação do pavimento pélvico

Consulta de Reabilitação de Enfermagem

A existência de uma consulta de enfermagem de reabilitação em ambiente hospitalar nem sempre acontece. O Enf.º Nuno, vai contar-nos a funcionalidade deste tipo de consulta e que tipo de doentes costuma receber.

Venha conhecer o trabalho realizado neste sentido no Hospital de Braga.

Enf.º Nuno Pereira

Enf.º Nuno Pereira
Hospital de Braga

Enf.º especialista em Enfermagem de Reabilitação

Risk factors model for urinary tract infections

Através da experiência clínica diária, estudos clínicos e questionários, é evidente que as infeções do trato urinário (ITUs) são as complicações mais comuns na cateterização intermitente (CI) no grupo de utentes neurogénicos, sendo a maior causa de preocupação, tanto nos utentes como nos médicos. Um fator chave que complica o estudo sobre ITUs, é a falta de consenso no que toca à sua definição. Diferentes definições de ITUs para utentes que dependem de CI, não consideram apenas os parâmetros laboratoriais, mas também os sinais e sintomas – sendo que estes sintomas podem ser difíceis de reconhecer em casos de sensibilidade comprometida no trato urinário inferior. Nesta sessão, iremos apresentar um modelo de avaliação de risco, recentemente desenvolvido, para ITUs neste grupo de utentes. O propósito do modelo é fornecer uma visão geral dos fatores de risco envolvidos nas ITUs, enfatizando naqueles que os médicos conseguem lidar e modificar na prática diária, beneficiando desta forma o utilizador de CI, através da redução do risco de ITUs.

Michael J. Kennelly

Michael J. Kennelly
MD, FACS, FPMRS, USA

Michael J. Kennelly é especialista certificado na subespecialidade de medicina pélvica feminina e cirurgia reconstrutiva. É Diretor Médico do Centro de Continência de Charlotte (Charlotte Continence Center), Diretor de Urologia no Hospital de Reabilitação das Carolinas (Carolinas Rehabilitation Hospital), e Co-Diretor do Centro Feminino para a Saúde Pélvica (Women’s Center for Pelvic Health). Adicionalmente, é professor no Departamento de Cirurgia, na Divisão de Urologia na Universidade de Medicina da Carolina do Norte. O Dr. Kennelly foi autor ou co-autor de diversos artigos de jornal, capítulos de livros e vídeos educacionais, nas áreas de incontinência e neurourologia. É membro de mais de 15 organizações profissionais e detém várias posições de liderança, incluindo a de Presidente da Sociedade Americana de Paraplegia (American Paraplegia Society).

Andrei Krassioukov

Andrei Krassioukov
MD, PhD, FRCPS, Canada

Andrei Krassioukov é professor de Medicina Física e Reabilitação na Universidade da Columbia Britânica, bem como médico no Centro de Reabilitação GF Strong, em Vancouver no Canadá. Já publicou mais de 120 livros, análises e artigos revistos por pares, e o seu trabalho tem vindo a ser reconhecido através de inúmeros prémios, tanto nacionais como internacionais. O Dr. Krassioukov é igualmente membro da Academia Canadiana de Ciências da Saúde (Canadian Academy of Health Sciences) e o atual presidente da Associação Americana da Lesão Medular (American Spinal Injury Association (ASIA)).

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